Então, é Natal….
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Coragem não é ausência de medo.
É a luz que escolhemos acender, mesmo quando o chão ainda está cheio de cacos.
Após entender o medo, algo começa a se mover, e não de forma grandiosa ou barulhenta, mas de uma forma real. Quando aceitamos o medo, como parte do processo e não como obstáculo, a coragem e authttps://cacosdocaco.com.br/medo-e-autoconhe…do-os-cacos-ep-1/oconhecimento começam a aparecer. E, com ela, novas perguntas surgem:
Sou realmente capaz?
Até onde consigo chegar?
Agora, ele se apresenta como receio, prudência e cautela. É como aquele freio que nos obriga a pensar duas vezes antes de decidir.
E isso não é fraqueza, muito pelo contrário. Afinal, existe sim a ideia equivocada de que coragem é agir sem medo. Mas coragem é seguir apesar dele. É caminhar com o coração acelerado, mas sem recuar. É entender os riscos e ainda assim avançar.
O maior desafio, na grande maioria das vezes, não está lá fora. Está em nós.
O auto-boicote, sem sombra de dúvidas, é o nosso maior inimigo. Contra ele, as batalhas são diárias e o choque é eterno. Mas essa guerra não se vence atacando, vencemos reconhecendo. Portanto, podemos afirmar: conhecer os próprios medos é o que impede que eles assumam o controle. É o que nos permite alinhar desejo, intenção e ação. É o que faz a coragem deixar de ser impulso e se tornar escolha.
Enfim, quem diz que coragem é agir sem medo ou que é um salto no escuro, não conhece seus medos e dificuldades, tampouco consegue entendê-los e aceitá-los.
E talvez seja isso:
Depois do medo, a coragem não nos empurra.
Ela nos autoriza.
P.S.: A coragem nos faz atravessar as portas, nos colocando numa posição de vulnerabilidade.
Mais um caco espalhado por aí…
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