Então, é Natal….

03 de dezembro de 2025 - Categoria: Artigos, Filosofia Barata, Humor, Imaginação, Inspiração, Novidades, Tecnologia

 

reflexão sobre o tempo com ampulheta e luzes de Natal desfocadas ao fundo

Uma ampulheta, um instante… e a lembrança de que o tempo nunca para.

“Então, é Natal… E o que você fez?
O ano termina… E nasce outra vez…” – Simone

Neste texto, eu quero trazer uma reflexão sobre o tempo — esse elemento que organiza nossa vida sem pedir licença e que, muitas vezes, passa sem ser notado.

O que é o tempo?

Seria ele:

  • Uma invenção humana?
  • Uma unidade de medida?
  • Ou apenas a distância entre um momento e outro?

O tempo é relativo?

Sim, ele é. Albert Einstein garante. Ele comprova isso na sua Teoria da Relatividade.
Mas, na prática, o tempo é sentido de formas diferentes por pessoas diferentes. Tudo depende do contexto, da emoção, da pressa, da alegria ou do tédio.

Para um exemplo prático e lúdico, vamos analisar o nosso dia a dia. Afinal, temos tantas tarefas e atribuições diárias que normalmente não vemos o “tempo passar”. Sempre desejamos que o dia tivesse mais horas. Ou então, em viagens, quando fazemos algo divertido e descontraído, o tempo “passa voando”. Ao contrário de quando estamos incumbidos de tediosas tarefas, em que o tempo não passa de forma alguma.

Os ciclos existem e estão presentes em tudo, não podemos discordar disso. A própria vida é um ciclo. Nascemos, crescemos e morremos. A “invenção” está na forma como medimos/contamos isso. No fim das contas, o tempo mede o quanto nos separamos de um momento até o outro.
“Antes feito do que perfeito!” — Meu irmão.
Meu irmão, o Frederico (já falei nesse texto aqui), usa muito essa frase. Concordo com ele em partes, realmente é necessário tomar atitudes, mas sempre entendendo o contexto e, se possível, com calma, atenção e informação.
“Melhor errar por ação do que por omissão.” — Meu pai.
Meu pai, um alemão extrovertido e de um coração enorme, ao longo dos seus 73 anos bem vividos, repete isso aos quatro ventos, quantas vezes for necessário.
Logo, estamos sempre colocando, no futuro, uma data para iniciarmos algo.
Seja ela:
  • uma dieta
  • um curso
  • Qualquer atividade.

O que aprendemos com uma reflexão sobre o tempo?

Em suma, estamos sempre buscando (e é aí que  a desculpa começa a se formar…) e nos planejando para aproveitar ao máximo seja lá o que formos fazer. Logo, perdemos tanto tempo nos organizando que cansamos e não botamos em prática a promessa original.

Da mesma forma como quando vamos escolher algo para assistir na TV ou em nosso streaming favorito. Ficamos “horas” rolando a plataforma e, como resultado, ficamos com sono e desistimos. Por fim, colocando em qualquer canal. Somente para ficar escutando a TV enquanto olhamos o celular,  sem prestar o mínimo de atenção no que está sendo exibido. Se identificou, certo?

Portanto, para esse novo ano, eu desejo a você mais execução e menos iniciativa. Comece… e se não estiver dando certo, assim como um GPS, você vai ajustando a rota.

“A vida não tem sentido. E tudo bem.” — Albert Camus

Mais um caco espalhado por aí…

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